quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Uma noite em um beco...

Droga! O movimento está muito ruim hoje. Ajeitei minha calcinha, como sempre estava entrando na minha bunda. Coloquei o sutiã de volta no lugar, passei a mão no cabelo. Era o quarto cara não nessa noite, mas nessa hora. Voltei para a calçada, passei mais batom vermelho na boca. Ao longe um carro vinha em minha direção. Mais um cliente.

O carro parou ao lado da moça. Lentamente o vidro negro desce, a garota teve que se inclinar para poder ver o seu próximo cliente. Não era qualquer cliente, era o delegado da cidade. Ele retirou os óculos escuros e colocou-o sobre o painel do carro. Ela ajeitou o sutiã para que ele possa ver melhor os seus seios. Na calçada, outras prostitutas disputavam a atenção de skatista. Ele destravou a porta do passageiro, ela abriu-a e entrou. O delegado ligou o carro e arrancou pela rua mal movimentada.

O carro parou em frente a uma rua completamente deserta. Era um beco entre duas fabricas de tecido da cidade. Tinha apenas uma caçamba de lixo, onde os operários das fabricas colocavam os restos de material desnecessário. A garota de aparência jovem desceu do carro. Os faróis foram apagados e o motor desligado. A prostituta adentrava no beco escuro, seguida pelo delegado.

Ela encostou contra a parede. O delegado puxava o seu sutiã com intenção de tirá-lo o mais rápido possível. A prostituta já abria o zíper da calça dele. Ele puxou o cabelo da moça enquanto beijava seu pescoço. Ela hesitou por um momento. O delegado continuava a puxar os seus cabelos.

- Para, você está me machucando!

O delegado não parava, a moça tentava se soltar. Ela empurrou-o para longe, ele bateu em seu rosto. A prostituta caiu no chão de mau jeito, machucando seu braço com o impacto no chão. Ele abriu o zíper da sua calça completamente, ela ainda estava jogada ao chão. Uma gota de sangue caiu de sua boca. Ela toca em seus lábios, um vermelho rubro tomou de conta dos seus dedos. Ela levanta, apoiando-se na parede. Tenta olhar para ele, não consegui. É derrubada novamente, seu nariz sangrava também.  Ele apoiou seu joelho sobre sua costa, ele arrancou sua calcinha. A menina estava desnorteada, nada podia fazer. Ele puxou o cabelo dela, sua calça estava na altura do joelho.

Era inevitável, simplesmente inevitável. Ninguém poderia ajudá-la, ninguém poderia fazer nada por ela. A garota era abusa sexualmente. O silêncio do beco era quebrado por gritos de dor, puxões de cabelo e socos no rosto. O seu destino dela já estava traçado. Sua morte em um beco escuro e fedido era iminente.

Ele terminou, subiu sua calça. Ela simplesmente estava jogada ao chão, suas roupas completamente rasgadas. O delegado foi ate seu carro, pegou uma pistola velha e de uso pessoal. Caminhou ate o lado da moça, apontou para sua cabeça e disparou ate que sua arma tivesse descarregada. Guardou-a no bolso e voltou ao seu carro. O motor foi ligado, tocava uma música lenta no radio enquanto o carro se distanciava do beco escuro.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário